Cartões Corporativos “Reloaded”

Depois que a poeira baixou, novas notícias comprovam que a festa com cartões corporativos continuam a acontecer. Os cartões podem ser utilizados em despesas emergenciais, mas o que li na Revista da Semana não parece se encaixar nesta categoria:

R$ 2.800,00 (bolas de futebol) Gastos na loja do Grêmio em Santa Maria (RS) por servidores da Universidade Federal de Santa Maria.

R$ 647,00 (três mochilas para notebook) Gastos no Freeshop do aeroporto de Brasília por um oficial da Força Aérea Brasileira.

R$ 5.000,00 (itens de alimentação) Gastos na Mercearia La Palma, uma das mais caras de Brasília por funcionários do Comando da Aeronáutica.

Pois é. Panos quentes foram colocados e ninguém fala mais do assunto, mas os cartões continuam sendo usados sem a mínima ética e controle.



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12 ideias sobre “Cartões Corporativos “Reloaded”

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  3. O grande problema é que mesmo sem os cartões esses gastos aconteciam. Pelo menos com eles, os gastos podem ser rastreados, exibidos e cobrados em caso de mau uso. O que, de outra forma, seria impossível.

    A raiz do problema não é o cartão. Mas sim a permissividade com o uso em coisas totalmente alheias ao serviço público. Ou seja: ninguém tem moral para questionar o mau uso. Cabe a população fazer a pressão para que sejam punidos e, artigos como o seu, são importantes nessa pressão.

    Um abraço.

    Arthurius Maximus postou em seu site..RIO, BRASIL, UPAS, EDUCAÇÃO E A PRAGA DO POPULISMO.

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  5. O povo brasileiro tem a memória muito curta e esquece rápido das coisas … é uma baita sacanagem o uso do dinheiro público para fins pessoais mas quem é que julga ??? Quem julga é culpado tbm !!!

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