Enxofre na atmosfera para esfriar a Terra

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Uma tese do renomado químico holandês Paul Crutzen — professor do Planck Institute for Chemistry e vencedor do prêmio Nobel pelo estudo sobre formação e decomposição de ozônio na atmosfera terrestre — consiste em cobrir a atmosfera com uma camada de enxofre para que ela reflita os raios solares e, assim, esfrie o planeta.


O enxofre não seria a solução, mas funcionaria como um redutor dos estragos que nós homens causamos, dando tempo para que reduzíssemos as emissões de gases causadores do efeito estufa.

Em apenas um ano o planeta esfriaria 0,5 graus Celsius. Retornando assim para a mesma condição climática de 30 anos atrás.

O estudo se baseia em repetir a ação provocada pela erupção dos antigos vulcões. Três minutos de erupções podem lançar mais de 5 mil toneladas de enxofre no ar. Estudos científicos revelam que foi uma erupção que fez o planeta entrar na era glacial há 75 mil anos.

Como seria feito

As partículas de enxofre seriam despejadas por balões de alta altitude ou lançadas à camada estratosférica por uma artilharia pesada. Depois de espalhadas pelo ar, funcionariam como minúsculos espelhos que mandariam a luz do sol de volta para o espaço. Perderíamos um pouco do azul do céu, mas ganharíamos vida.

O custo para a emissão necessária de enxofre, com efeito para dois anos, seria entre US$ 25 bilhões e US$ 50 bilhões de dólares.






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